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sábado, 4 de novembro de 2017

Excesso de Chá Verde pode causar danos hepáticos

Muitos chás não são inócuos. A prova disso é uma adolescente de 16 anos que tomava três xícaras por dia de chá verde, com a intenção de perder peso. O resultado desse tempo exposto ao excesso de catequina, substância do chá que faz mal ao fígado, foi uma inflamação severa no órgão, que causou uma hepatite. A garota começou a sentir fraqueza, náusea e dores no estômago e nas articulações.
No momento da hospitalização, a garota, que não teve o seu nome revelado, já estava com icterícia, que deixou sua pele e olhos amarelados. A sua condição de saúde era crítica e os médicos, então, descobriram que ela estava com hepatite. A hepatite pode ser causada por vírus ou por substâncias externas, como o álcool e remédios.

Na investigação médica, a moradora do Reino Unido negou ser consumidora de álcool ou de outros medicamentos que poderiam causar danos ao fígado, como o paracetamol ou drogas ilegais. Além disso, ela não havia viajado para locais onde poderia ter contraído vírus que causariam a hepatite, tampouco havia passado por transfusões de sangue.
Ela informou aos médicos, então, que comprava chá verde pela internet, movida pela promessa de que ele poderia levar à perda de peso.


Perigos do Chá Verde


1 – Toxicidade

Uma pesquisa mostrou que o chá verde pode ser tóxico se bebido durante o jejum. Não é seguro beber chá verde ao fazer longos jejuns. Este estudo foi feito em animais, mas pesquisadores acreditam que os mesmos efeitos podem ser experimentados em seres humanos.

2 – Falta de ferro

De acordo com estudos, o chá verde contém taninos que impedem a absorção de ferro no organismo. E isso pode aumentar o risco de deficiência de ferro e anemia. Ele também pode bloquear a absorção de suplementos de ferro.

3 – Níveis mais baixos de testosterona

Um estudo recente descobriu que o alto consumo de chá verde pode reduzir os níveis de testosterona, e os níveis aumentaram uma vez que o consumo de chá verde foi reduzido. Outros estudos mostram que essa bebida pode afetar a reprodução masculina.

4 – Problemas de estômago

O chá verde pode provocar dores de estômago ou prisão de ventre, porque os taninos aumentam os níveis de ácido no estômago. Esta acidez pode causar problemas de saúde para as pessoas com refluxo ácido ou úlceras, por isso, essas pessoas devem evitar beber chá verde excessivamente se você tiver qualquer uma destas condições.

5 – Dores de cabeça

Uma pesquisa mostrou que o consumo elevado de chá verde pode causar dores de cabeça crônicas diárias. Algumas pessoas experimentam dores de cabeça leves, enquanto outras têm dores de cabeça graves.


6 – Tontura

O chá verde provoca tonturas porque a cafeína pode impedir que o cérebro receba sangue suficiente. Você deve parar o consumo de chá verde se sentir tonturas depois de consumi-lo.

7 – Ruim para mulheres grávidas e lactantes

O chá verde pode causar complicações em mulheres grávidas e não é bom durante a amamentação. Um pesquisa mostrou que a cafeína pode ser absorvida no leite materno e transferida para bebês através da amamentação.

8 – Danos ao fígado

A ingestão excessiva de chá verde pode prejudicar o seu fígado porque interfere com o processo metabólico do corpo. A ciência mostra que os polifenóis do chá verde podem impedir o corpo de converter alimentos em energia e isso pode levar a vários problemas de fígado.

9 – Pressão alta

A cafeína tem demonstrado capacidade de aumentar a pressão arterial em pessoas com pressão arterial elevada.

 10 – Diarreia


Beber uma grande quantidade de chá verde pode causar diarreia, especialmente quando em jejum.


-JÚLIA VIRGÍNIA

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A IMPORTÂNCIA DOS PRODUTOR NATURAIS




     Os produtos naturais desempenham um importante papel no processo de descoberta de fármacos. Observando-se a história do desenvolvimento da aspirina, por exemplo, modelo no paradigma ocidental de fármaco considerado como uma molécula pura com efeitos definidos, pode-se compreender este fato. No entanto, os produtos naturais, especialmente após a Segunda Guerra Mundial, foram esquecidos, acreditando-se obter fármacos somente através da síntese de um grande número de compostos e seu teste ao acaso, sem nenhuma orientação. Somente por volta de 1970, quando a Organização Mundial da Saúde reconheceu os benefícios da medicina chinesa (paradigma à base de extratos-mistura), e com o surgimento de alguns importantes medicamentos obtidos de fontes naturais, foi que cientistas e indústrias voltaram a se interessar por esse ramo. Pode-se, assim, observar que, atualmente, os produtos naturais são responsáveis, direta ou indiretamente, por cerca de 40% de todos os fármacos disponíveis na terapêutica moderna e, se considerarmos os usados como antibióticos e antitumorais, esta porcentagem é de aproximadamente 70%.

    No entanto, durante estes últimos anos, foi se realizando um processo de mudanças muito importante. Assim, podemos dizer que neste século se desenvolverá uma “nova” química medicinal, que transmite a idéia de que, com recursos suficientes e em pouco tempo, muitas patologias que hoje permanecem sem um tratamento adequado, poderão vir a ser tratadas de forma mais eficiente.


DÉBORA THIFANE

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Química dos adoçantes naturais 

Logo que surgiram no mercado, os adoçantes eram restritos a pessoas com distúrbios orgânicos como o diabetes. Mas, com o passar do tempo, eles ganharam as prateleiras dos mercados e as mesas de uma grande parcela da população. Acontece que a maioria dos adoçantes é artificial (produzido em laboratório) e traz consigo uma lista bem grandinha de malefícios à saúde. Além de esses edulcorantes artificiais terem substâncias sintéticas ainda não estudadas, as que já foram estudadas estão relacionadas problemas que vão do aumento de peso até o surgimento de câncer.

stevisídeo (Stévia)  
O Estevisídeo é extraído de uma planta chamada Stévia Rebaudiana e é cerca de 300 vezes mais doce que a açúcar. consumo desse adoçante natural não gera nenhum efeito colateral.  Como é resistente a altas temperaturas, pode ser usado em alimentos que vão ao fogo. O único fator contra é o gosto residual amargo. Além do pó, do extrato ou da folha, o stevia também é comercializado como extrato purificado e vendido em embalagens similares às dos adoçantes artificiais. 

Aspartame


aspartamo ou aspartame é um aditivo alimentar utilizado para substituir o açúcar comum e foi criado em 1965 pela empresa americana G.D. Searle & Company e comprada posteriormente pela Monsanto. Ele tem maior poder de adoçar (cerca de 200 vezes mais doce que a sacarose) e é menos denso. O aspartamo geralmente é vendido junto com outros produtos. É o adoçante mais utilizado em bebidas. É formado quimicamente por (L-fenilalanina e L-aspártico), sendo que a fenilalanina se encontra metilada no grupo carboxílico, formando um éster metílico (metanol)

Xilitol


Xilitol é uma doçante natural encontrado nas fibras de muitos vegetais, incluindo milho, framboesa, ameixa, entre outros, e que também pode ser extraído de alguns tipos de cogumelo. É obtido pela hidrogenação catalítica da xilose.
O xilitol é tão doce quanto a sacarose, porém é cerca de 40%  menos calórico.
Trata-se de uma molécula de estrutura aberta, com cinco grupos hidroxila (OH), cada um deles ligado a um átomo de carbono, razão pela qual esse composto é conhecido como poliidroxiálcool acíclico ou pentitol.

Caroliny Cardoso

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Química dos Produtos Naturais



   Você Sabia?
            
              A química de produtos naturais permite extrair substâncias de grande importância para a medicina
                
                  A vitamina C – ácido ascórbico -, por exemplo, pode ser extraída de frutas cítricas, tomates e pimenta verde. A carência de vitamina C pode provocar o chamado escorbuto, uma anomalia orgânica estudada pela medicina.


         A Vitamina E consiste na denominação genérica de oito compostos lipossolúveis, os alfa (α), beta (β), gama (γ) e delta (δ) tocoferóis e α, β, γ e δ tocotrienóis, cada um com atividades biológicas específicas; porém, com especificidades, sendo que alfa (α) tocoferol é o mais potente antioxidante 



Cícera Araújo 


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Química dos Produtos Naturais

A Química dos Produtos Naturais 

A Química de Produtos Naturais é responsável pelo isolamento e caracterização de substâncias naturais produzidas através do metabolismo secundário de plantas, micro-organismos e animais marinhos.  Os estudos nesta área são considerados estratégicos por envolver o conhecimento da biodiversidade num sentido amplo, além de fornecer fontes renováveis de substâncias com importância nas diversas áreas da ciência e tecnologia.

       Como é extraído de um produto natural ?

O isolamento dos compostos pode ser feito de várias maneiras. A mais comum envolve o uso de métodos cromatográficos. Inicialmente um extrato da planta é obtido através do uso de solventes orgânicos. Este extrato é, então, submetido à separação cromatográfica de seus componentes até obtenção dos compostos de interesse em forma pura. Uma vez isolados os compostos tem suas estruturas determinadas através de métodos instrumentais.Muitas plantas medicinais já têm seus princípios ativos conhecidos. Entretanto, como qualquer medicamento, é importante saber a concentração desses compostos na planta para que uma dosagem adequada possa ser utilizada pelo usuário. Esse é um problema importante em fitoterapia pois a maioria dos fitoterápicos não são padronizados, ou seja, a embalagem do produto não informa a concentração do princípio ativo. Por isso o efeito de um determinado fitoterápico pode variar de acordo com o fabricante. A quantificação dos princípios ativos de plantas pode ser feita de várias maneiras. Os métodos mais utilizados são os cromatográficos e, neste caso, duas técnicas são as mais utilizadas. Utilizamos a cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) que é a mais indicada para os compostos não-voláteis.Compostos orgânicos abundantes na natureza são regularmente utilizados como matéria-prima na indústria química e farmacêutica. Isto porque, em muitos casos, é economicamente  desfavorável realizar a síntese dessas substâncias que podem ter estruturas muitos complexas. Além disso modificações químicas da substância original podem melhorar suas propriedades. 

                                                                                                                                                                     Letícia Pinheiro, 09/10/17